Cap.4
Naquele dia em que foram visitar a familia de Lucas, seu pai, ninguem imaginava que essa viagem iria mudar para sempre a vida deles.
Assim que todos se despediram, não havia nenhuma nuvem ou sinal de que uma tempestade, naquela mesma noite, ate mesmo o jornal dizia que iria ser uma noite calma e fresca. Todos estavam enganados. Logo que pegaram a estrada tudo se modificou, o ar ficou mais pesado, no ceu começaram a aparecer algumas nuvens de chuva, enclusive algum pingos de agua cairam.
- Lucas vamos voltar pra casa dos seus pais, por favor!
- Não! Voce sabe que nos temos que chegar em casa ainda hoje.
- Voce não esta vendo a tempestade que esta vindo.
- O que. Aquela garoinha.
- Pai, vamos voltar pra casa do vovô.
- Ate voce ta contra mim.
- Lucas para esse carro agora!
- Não, eu não vou parar! Se você quiser voltar pra casa dos meus pais que vá a pé!
Neste momento o carro em que eles estavam, atingiu um carro que estava na contra mão. Também foi nessa hora que Danielly 'acordou', do seu desmaio. Ela estava muito assustada, pois foi naquele acidente que a mãe dela havia morrido.
- Você tá bem. - Era o pai dela que fez essa pergunta.
- To.
- O que aconteceu que você desmaiou, hoje.
- Não sei. Eu estava bem, ate isso.
- Tá. Mas porque você acordou desse jeito.
- Eu sonhei com o acidente.
Assim que ela disse isso, Lucas mudou completamente a fisionomia de seu rosto, aquele meio sorriso desaparecerá. Sendo que nessa mesma hora, ele a levantou de uma forma brutal e a carregou, assim que isso aconteceu um vulto apareceu de repente e golpeou em cheio ele.
Era ele, Carlos seu professor:
- Sabia que ele e o meu pai.
- E daí. Ele tá querendo te matar.
Agora, assim que ouviu aquilo, ela sentiu uma aperto enorme dentro de si, sentiu ate que seu coração parou de bater por um instante. Peraí, parou mesmo.
- Meu coração não tá batendo!
- Isso é normal.
- 'Isso é normal'. O seu coração não bater é normal.
- É. Para um ser eterno é.
- Como assim.
- Olha, eu não tenho tempo para responder todas as suas perguntas. Agora vamos!
- Pra onde você tá me levando.
- O que eu te disse.
Ela calou, só o seguia com os olhos, não acreditando no que ele tinha dito ' E dai. Ele tá querendo te matar.'. A vontade dela era de matar ele, assim que ele falou aquilo.
- Me segue.
- Não!
Carlos a pegou e segurou-a pelo colo, levando-a até o seu carro. Assim que ela se acomodou no banco do carona, como num passe de mágica, estava lá ele ligando o carro. Ela pensou, na mesma hora: "Ele é um vampiro, só pode. O prazo com que ele havia cruzado aquele caminho era impossível para qualquer ser humano." Danielly estava se sentindo a Bella, sendo que o do livro era o mocinho bem mais bonito.
- Você é um vampiro.
- Não, sou um anjo de luz, assim como você e sua mãe. Quero dizer 'foi um dia'. Sabia que nos dois somos os únicos anjos de luz da face desse planeta.
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