segunda-feira, 19 de agosto de 2013

                                       Cap.4
Naquele dia em que foram visitar a familia de Lucas, seu pai, ninguem imaginava que essa viagem iria mudar para sempre a vida deles.
Assim que todos se despediram, não havia nenhuma nuvem ou sinal de que uma tempestade, naquela mesma noite, ate mesmo o jornal dizia que iria ser uma noite calma e fresca. Todos estavam enganados. Logo que pegaram a estrada tudo se modificou, o ar ficou mais pesado, no ceu começaram a aparecer algumas nuvens de chuva, enclusive algum pingos de agua cairam.
- Lucas vamos voltar pra casa dos seus pais, por favor!
- Não! Voce sabe que nos temos que chegar em casa ainda hoje.
- Voce não esta vendo a tempestade que esta vindo.
- O que. Aquela garoinha.
- Pai, vamos voltar pra casa do vovô.
- Ate voce ta contra mim.
- Lucas para esse carro agora!
- Não, eu não vou parar! Se você quiser voltar pra casa dos meus pais que vá a pé!
Neste momento o carro em que eles estavam, atingiu um carro que estava na contra mão. Também foi nessa hora que Danielly 'acordou', do seu desmaio. Ela estava muito assustada, pois foi naquele acidente que a mãe dela havia morrido.
- Você tá bem. - Era o pai dela que fez essa pergunta.
- To.
- O que aconteceu que você desmaiou, hoje.
- Não sei. Eu estava bem, ate isso.
- Tá. Mas porque você acordou desse jeito.
- Eu sonhei com o acidente.
Assim que ela disse isso, Lucas mudou completamente a fisionomia de seu rosto, aquele meio sorriso desaparecerá. Sendo que nessa mesma hora, ele a levantou de uma forma brutal e a carregou, assim que isso aconteceu um vulto apareceu de repente e golpeou em cheio ele.
Era ele, Carlos seu professor:
- Sabia que ele e o meu pai.
- E daí. Ele tá querendo te matar.
Agora, assim que ouviu aquilo, ela sentiu uma aperto enorme dentro de si, sentiu ate que seu coração parou de bater por um instante. Peraí, parou mesmo.
- Meu coração não tá batendo!
- Isso é normal.
- 'Isso é normal'. O seu coração não bater é normal.
- É. Para um ser eterno é.
- Como assim.
- Olha, eu não tenho tempo para responder todas as suas perguntas. Agora vamos!
- Pra onde você tá me levando.
- O que eu te disse.
Ela calou, só o seguia com os olhos, não acreditando no que ele tinha dito ' E dai. Ele tá querendo te matar.'. A vontade dela era de matar ele, assim que ele falou aquilo.
- Me segue.
- Não!
Carlos a pegou e segurou-a pelo colo, levando-a até o seu carro. Assim que ela se acomodou no banco do carona, como num passe de mágica, estava lá ele ligando o carro. Ela pensou, na mesma hora: "Ele é um vampiro, só pode. O prazo com que ele havia cruzado aquele caminho era impossível para qualquer ser humano." Danielly estava se sentindo a Bella, sendo que o do livro era o mocinho bem mais bonito.
- Você é um vampiro.
- Não, sou um anjo de luz, assim como você e sua mãe. Quero dizer 'foi um dia'. Sabia que nos dois somos os únicos anjos de luz da face desse planeta.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

                                  Cap. 3
Assim que ele disse isso, a vontade dela foi de sair daquela sala, mas com medo decidiu ficar calada, e fingir que aquilo nao tinha acontecido com ela. Mesmo assim, o professor ficou la do lado de Danielly esperando que ela falasse alguma coisa. Depois de longos 2 minutos, ele saiu olhando para ela, com aqueles olhos assustadores.
Todos olhavam para ela pensando coisas horriveis, ainda teve uma garota que perguntou para Danielly, se ela tinha um caso com Carlos (o professor). Nem responder ela respondeu, ficou com medo, quase chorando pra ser mais exata.
Naquele momento ela desejava que aquele acidente que ela sofreu, quando mais nova nunca tivesse acontecido, pois so depois dele (um acidente de carro) que ela começou a ler mentes, ter desmaios repentinos, pesadelos, visoes do passado e futuro, alem de ler mentes.
Tomada pelo pavor, ela nao aguentou, acabou saindo da sala. Logo depois todos perguntaram para eles mesmos ' quem e aquela garota e o que o professor havia falado para ela '.
Depois que isso aconteceu, o professor saiu atras dela, quando olhou para o lado da porta la estava ela chorando, com medo e dizendo:
-Como ele sabe o meu segredo. Eu nunca contei pra ninguem.
-Calma, nao precisa ficar assim. Me desculpa, foi sem querer, eu nao imaginava que voce ia ficar assim. Me perdoa. Olha pra mim tambem foi dificil, quando eu descobri que eu era assim.
Ela olhou pra ele com olhos cheios de lagrimas, enquanto isso ele levantava a mao para enxugar a lagrimas dela.
-Nao precisa se desculpar, eu e que tenho que tenho que me desculpar. Eu tava errada em ler a mente dos outros.
-Bem que voce ta certa, olha voce tem que aprender a se controlar, porque a qualquer momento, fazendo isso, voce acabar vendo  o que voce nao queria ver.
-Eu tenho a impressao que eu ja te vi em algum lugar, sabe.
-Eu tambem. Olha eu nao posso ficar aqui fora a gente tem que entrar.
-Ai, me desculpa, de novo.
-Vai molhar o rosto, meu anjo.
Assim que ele entrou dentro da sala, Danielly foi no banheiro molhar o rosto, logo que o molhou,viu algo ou alguem no reflexo, assim que virou para ver o que era nao viu nada. Parecia uma pessoa, com um capuz na cabeça, segurando uma faca na mao esquerda, nao deu para ver se era homem ou mulher, so se viu isso. Tentando se recuperar de um, logo ganha outro susto.
Passados alguns minutos, Danielly volta para sua sala, logo que entra percebe que ninguem olhava para ela, nem acreditava, pois detestava ser o centro das atencoes. Aproveitando, foi para o seu canto e começou a pensar no que era aquilo que viu no reflexo do espelho, sendo que nao era a primeira vez que vira aquilo, e sim a segunda, porque quando criança viu aquela mesma imagem em um sonho, justamente na noite em que sofreu o acidente, junto da familia.
Depois nas outras aulas tudo ocorreu normalmente, ate ja se sentia mais calma.
Na hora do intervalo o coisa foi um pouco diferente todos a olhavam e riam dela, ate que começou a ver tudo escuro e nublado.As suas pernas começaram a ficarem bambas, assim como o corpo. Nao aguentado acabou desmaiando, na frente de todos.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

                                Cap. 2
Chega o dia que ela nunca quissera  que chegasse: o primeiro dia de aula. Quem sabe se ela fingisse que estava passando mal, poderia se livrar daquele terrivel pesadelo.
Nao, o pai dela sem duvida perceberia, ele nao e tao bobo a esse ponto.
Acorda as 6:00 da manha, para se arrumar, toma seu cafe da manha, toma o seu banho,veste a sua roupa (nao a preferida, mas uma das melhores), calça jeans preta sem nenhum enfeite, a regata vermelha com listras horizontais pretas, e por ultimo seu velho tenis de cano alto preto, um estilo gotico.
Enquanto estavam indo para sua nova escola, nao se sabe nem o que deu na cabeça dela, resolveu fazer aquela pergunta que seu pai respondia com o silenco e ar melancolico:
- Papai, voce nunca fala nada sobre a mamae, sabia.
- E dai.
- E dai o que. Voce nunca me perguntou se eu sentia falta dela, nunca, e sempre diz "e dai", voce deve achar que eu nunca quis saber sobre ela.
- Voce se lembra dela muito bem. Nao preciso te falar nada!
- Eu nao me lembro dela, eu nem lembrava de voce. Sabe quando aconteceu aquilo eu bati com a cabeça e desde...
- Fala, continua, nao quer falar mais nada.
- Nao, alias e dai, nao faz diferença pra voce mesmo.
Ate chegar la nem se falaram depois da discussao que tiveram. Eu sei voces devem estar falando que ela tinha que ler a mente do pai, mas ela nao conseguia, todas as vezes que ela tentava, acabava desmaiando. Vendo sombras, lugares estranhos, e monstros bizarros.
Finalmente, Danielly chegou a sua nova escola. o nome dela era sinceramente impronunciavel, Para ela era uma coisa horrivel, pois podia ouvir gritos que aumentavam cada vez mais assim que dava cada passo, eles vinham da escola, alem de poder 'ouvir' o que as pessoas pensavam sobre ela.
Ninguem quis se aproximar dela, por medo, pavor por acha-la estranha.
Sua primeira aula começa, decide se sentar no fundo para nao chamar muito a atençao. Quando finalmente, entra o professor da classe. Um homem alto, magro, cabelos castanhos e enigmatico, assim com o seu pai. Ela tento ler sua mente de todas as formas mas nao consegue. Ate que ele se levantou e foi direto na sua direçao. Completamente assustada e querendo sair daquele lugar correndo,ele se aproximou dela sussurrou em seu ouvido:
- Voce nao vai conseguir ler a minha mente, voce pode ler as dos outros, mas a minha voce nao vai conseguir, sabe eu sou igual a voce, tambem posso ler mentes.

sábado, 3 de agosto de 2013

                                                  A LEITORA DE MENTES          Cap. 1                                                   Ela e estranha, todos pensavam. Quieta no seu canto, calada, com medo da luz do sol, da vida, da morte, da escuridao. Mas ela guardava um segredo que ninguem imaginava: ELA LIA MENTES.                 
O medo que ela sentia era esse, medo de de alguem descobrir esse segredo que a consumia.
Tudo ia bem ate que Danielly e sua familia se mudaram para Londres, por causa do emprego do seu pai. Eles se mudaram para o suburbio da cidade, para uma casa pequena, de 2 quartos, uma sala, cozinha e banheiro, alem de uma varanda pequena na frente da casa. Ela morava com o seu pai apenas,a mae morreu em um acidente de carro, quando tinha 10 anos. Ate hoje nao superaram o trauma da perda.
Danielly tinha agora 17 anos, iria formar agora, ela morena de olhos pretos, magra e estranha, para muitos ela tinha alguma doença, nem que seja mental. O pai dela, assim como ela era estranho, pois ele era sombrio, assim como a filha, tinha o cabelo ruivo e olhos castanhos,  ele nunca falava para Danielly sobre a familia dele nem de Diane, sua mae. Uma familia estranha para todos, enclusive para mim.
Na segunda da proxima semana, ela começaria estudar em sua nova escola.
Passou a semana toda sem dormir, por ansiedade e medo da sua nova escola. Ate que chegou o dia que ela queria que nunca chegasse: o primeiro dia de aula na sua escola nova.
Ola galera, meu nome e Liz Mendez (devem ter visto no canto). Eu criei esse blog com o intuito de contar o que passa pela minha cabeça, as historias que invento, contar para voces o que eu penso, o que eu sonho.                                                                                                  Nao sou uma escritora famosa, e tenho certeza que nenhum de voces me conhece, mas de todas as formas vou tentar conquistar voces com as historias, muitas vezes malucas que passam pela minha cabeça, que eu invento.                                                                               E por ultimo uma frase que eu gosto muito : "O medo esta so em nossas cabeças".                  Gostaria de deixar claro, que irei postar apenas uma historia por semana. Thau!